Policiamento de Origem

Policiamento de proximidade é pouco!!! É preciso um policiamento de ORIGEM! Os concursos públicos escolhem Israelenses pra atuar na Palestina! Os policiais, da forma como hoje são originados, são estrangeiros em territórios “inimigos”! Não tem como dar certo. É impossível. Tudo o que já se constatou de racismo e ódio a população periférica jamais vai acabar se continuarmos a recrutar pessoas da classe média pra invadir áreas odiadas por esta classe social. A lógica de operações, escalada da guerra às drogas, gastos bilionários pra formar um exército de ocupação jamais vai acabar se mantendo o clima: eles e nós! A própria necessidade de acabar com a proibição sempre manterá a justificativa da própria existência “deles”: as “facções criminosas” contra os “paramilitares” como se usa neste texto aí: https://www.estadao.com.br/politica/gestao-politica-e-sociedade/policiamento-de-proximidade-repressao-qualificada-e-enfrentamento-as-organizacoes-criminosas/ Cuidar do primado da lei e da ordem constitucional num território é tarefa dos “crias” sim! Toda e qualquer comunidade precisa de identidade e pertencimento para se gerenciar. Essa é a razão e a necessidade da proliferação de grupos de segurança locais fora da atividade estatal alienígena colonizadora vertical cara pálida das instituições surreais em que estamos inscritos!!! Jamais alcançaremos o status de Política Pública de Atendimento a uma demanda social por segurança. Jamais seremos parte da Rede de Assistência Social e de Saúde, garantidora e mediadora da Paz e do funcionamento institucional se nossos membros não se identificarem com as pessoas que atendem. O incêndio não vai cessar com gasolina. A luta de classes homologada por concursos elitistas e excludentes torna a insegurança uma política pública.

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