A primeira fenda
Este blog não pede uma saída anatômica, nem ao ouvido dos amigos que não precisa permanecer disponível, mas destina-se às dúvidas do autor está procurando.
Diante disso, nada mais apropriado do que um local neutro, não destinado a ninguém como é caso do blog.
O objetivo deste espaço é servir de depósito para qualquer pensamento preso ou solto que brotar na mente do escritor.
Ele deseja apenas uma fenda, um buraco qualquer onde enfiar seus devaneios, perguntar para ninguém e responder ou não. Pode assinar ou rabiscar apócrifamente. Se quiser tem o poder de neologar, plagiar, xingar. Pode inventar heterônimos e até homônimos.
A fenda é a fresta por onde o escrivinhador deixa de dirigir suas palavras apenas às folhas de seus rascunhos, aos e-mails de seus conhecidos ou às pastas de seu PC.
Aqui nesta fenda, há de caber todos os lamentos deste fenômeno inexplicável, que permance acordando dia após dia sem saber porque deixam isso acontecer, nem para fazer o quê, nem porque sente tanto medo de continuar.
Uma fenda, por favor - pede o bendito falador, só para perguntar-se o que fazer, já que "o que fazer" já era nome de blog, assim como "uma fresta" "qfazer" e outros locais criados para outros que procuram uma saída. (11/11/2011, 10h54)
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